Quando a ética nos atrapalha?
Série: Quem faz nossa cabeça...
Estudo 2
Quando a ética nos atrapalha? – Daniel 3:13-30 e Efésios 6:11-12
julho/2009
Resumo do tema
Esta semana somos desafiados a pensar em quem faz a nossa cabeça quando estamos diante de decisões que envolvem questões morais e éticas. Em momentos assim decidimos e agimos por convicção ou por conveniência?
A palavra ‘ética’ vem do grego ethos e significa “costume”. Normalmente nos comportamos de uma maneira ética e correta quando seguimos os costumes que nossa sociedade dita. Nós olhamos ao redor, descobrimos como normalmente as coisas são feitas, e concluímos que é isto que devemos fazer. Num forte contraste a esta idéia, a ética bíblica está centrada em Deus. Em vez de seguirmos a opinião da maioria ou de nos conformarmos aos costumes da época, as Escrituras nos incentivam a termos nosso ponto de partida em Deus e nos seus ensinamentos, quando buscamos orientações morais.
Existem diversas definições para ética cristã. Escolhemos uma que diz: ”Ética Cristã é o conjunto de valores ou princípios morais que emanam dos ensinamentos bíblicos e que nos levam a decidir e atuar em consonância com tais ensinamentos”.
No texto de Daniel 3, verificamos que os três jovens, apesar de serem estrangeiros naquela terra, já haviam galgado posições de liderança. A Bíblia diz que eles tinham sido nomeados para administrar a província da Babilônia (v 12). Diante disso, podemos concluir que eles tinham muito a perder com um posicionamento “radical”. Eles não só arriscavam o emprego, que certamente pagava muito bem, e que devia representar o sonho de muitos jovens, mas arriscavam a própria vida. Diante do homem mais poderoso da terra naquela época, que ameaçou jogá-los na fornalha se não cultuassem os seus deuses, nem adorassem a imagem de ouro que mandou construir, eles responderam: “Ó Nabucodonosor, não precisamos defender-nos diante de ti. Se formos atirados na fornalha em chamas, o Deus a quem prestamos culto pode livrar-nos, e ele nos livrará das tuas mãos, ó rei. Mas se ele não nos livrar, saiba, ó rei, que não prestaremos culto aos teus deuses nem adoraremos a imagem de ouro que mandaste erguer” (v 16, 17 e 18). A conseqüência dessa postura foi a fornalha superaquecida (v 19). O texto diz que a fornalha estava tão quente que as chamas mataram os soldados que levaram Sadraque, Mesaque e Abde-Nego. Os três jovens podiam ter morrido, mas Deus interferiu e poupou a vida deles.
Em outras ocasiões, porém, houve homens e mulheres que atuaram de acordo com suas convicções mais profundas, não por conveniência nem buscando satisfação instantânea, que não experimentaram o mesmo que os amigos de Daniel. Em Hebreus 11:32-38 lemos que uns foram torturados, outros enfrentaram zombaria e açoites, outros foram acorrentados e colocados na prisão, outros apedrejados, serrados ao meio, mortos ao fio da espada. Mas sobre todos estes o texto diz que: “O mundo não era digno deles”.
Na Bíblia, a demanda ética básica é a de imitar a Deus. Em Levítico 19:2 o Senhor diz a Moisés: “Diga o seguinte a toda comunidade de Israel: Sejam santos porque eu, o Senhor, o Deus de vocês, sou santo”.
A Santidade de Deus deveria levar seu povo a uma vida de santidade. Mas quando observamos a conduta da maioria dos crentes nos nossos dias, percebemos que o que antes era considerado princípio ético não negociável, hoje é visto como relativo ou simplesmente como ultrapassado.
E o pior de tudo é que quando deixamos para trás a prática de “imitar a Deus”, de sermos santos como Ele é santo, nossa adoração se torna inválida.
Em diversas épocas da história, o povo de Israel não viveu de acordo com os preceitos éticos e morais apresentados nas Sagradas Escrituras. Em uma destas ocasiões, relatada em Amós 5.21-24, vemos uma forte exortação de Deus àqueles que se consideravam seu povo: “Eu odeio e detesto as suas festas religiosas; não tolero as suas reuniões solenes. Não aceito animais que são queimados em sacrifício, nem as ofertas de cereais, nem os animais gordos que vocês oferecem como sacrifícios de paz. Parem com o barulho das suas canções religiosas; não quero mais ouvir a música de harpas. Em vez disso, quero que haja tanta justiça como as águas de uma enchente e que a honestidade seja como um rio que não para de correr.” (Nova Tradução na Linguagem de Hoje –NTLH)
Se o nosso modelo de ética e moral é o próprio Deus, quais são os principais pontos que devemos levar em conta quando precisamos tomar uma decisão?
Tomando por base o livro de Provérbios:
•Honrar pai e mãe (1:8; 19:26)
•Recusar dar falso testemunho (6:19)
•Não adulterar (6:20–35; 7:1–27)
•Buscar práticas comerciais justas e honestas (11:1)
•Preocupação pelo pobre (13:23; 14:21, 31)
•Consideração pelos animais (14:4)
•Evitar o suborno (15:27)
•Exercer o poder com justiça (16:12)
•Punir o mau deve justamente (17:26)
•Entender que a vingança pertence ao Senhor (20:22)
•Preocupação pelo órfão (23:10)
•Eliminar os juros exorbitantes (28:8)
•Recusar-se a participar de roubo e de derramamento de sangue (1:10–19)
•Ser diligente no trabalho ( 10:4-5)
•Recusar-se a odiar (10:12)
•Aceitar disciplina quando cometer um erro (10:17)
•Ser prudente no falar (10:31-32)
•Humildade de Espírito (11:2)
•Fugir da fofoca; refreiar a língua (11:12-13)
•Ser generoso com os bens materiais que Deus lhe deu (11:24–26)
•Comprometer-se com dizer sempre a verdade (12:19-20, 22)
•Disciplinar os filhos (13:24)
•Harmonia na vida familiar (17:1)
•Valorizar as amizades verdadeiras (18:24)
•Não ser glutão nem beberrão (23:19–21)
•Ter compaixão dos que sofrem (25:20)
•Ser sincero nas relações interpessoais (27:5-6)
É curioso perceber que nem sempre as pessoas agem de acordo com a integridade que exigem dos outros. O escritor John Maxwell, em seu livro Ética é o Melhor Negócio (Ed. Mundo Cristão), chama a atenção para o fato que a mesma pessoa que sonega impostos ou rouba material do escritório, quer ver honestidade e integridade na empresa de quem compra ações, no político no qual vota e no cliente com o qual negocia.
Em Romanos 12:1-2, encontramos o apóstolo Paulo rogando aos cristãos de Roma que não se conformem com este mundo. Em vez disto, eles deveriam ser transformados pela renovação do seu entendimento. Mesmo estando no mundo, nós os cristãos, não devemos nos conformar com os princípios, modelos e valores éticos e morais que a sociedade ao nosso redor defende e pratica. Nós devemos ser transformados; devemos ser diferentes; nossa mente, ou entendimento, deve passar por uma mudança radical em relação aos valores e princípios que tínhamos antes de conhecermos a Cristo, como o Senhor de nossas vidas.
Nesta empreitada de sermos transformados, de sermos diferentes do mundo e da sociedade que nos rodeia, temos um inimigo poderoso, sobre o qual o apóstolo Paulo, em Efésios 6:11-12, nos faz a seguinte exortação: “Vistam toda a armadura de Deus, para poderem ficar firmes contra as ciladas do Diabo, pois a nossa luta não é contra seres humanos, mas contra os poderes e autoridades, contra os dominadores deste mundo de trevas, contra as forças espirituais do mal nas regiões celestiais”.
Como cristãos, estamos envolvidos em uma batalha espiritual, e um dos principais “lugares” onde esta batalha se trava é justamente na nossa mente. Os “dominadores deste mundo tenebroso”, ou seja, as forças espirituais do mal tentam, a todo custo, impedir que sejamos transformados pela renovação do nosso entendimento e que, como conseqüência, nos conformemos com este mundo e com os padrões morais e éticos da sociedade que nos rodeia.
Quando perdemos essa batalha, que é invisível, mas real, permitimos que nosso entendimento seja moldado de acordo com valores éticos e morais que vão totalmente contra os princípios encontrados na Bíblia.
Creio que todos concordam que vivemos um tempo de grande crise de moralidade. Mas o pior é perceber o tremendo declínio da influência da igreja na sociedade. E isso acontece porque quando os crentes se vêem diante de decisões relacionadas a questões morais e éticas, muitos se deixam influenciar pelos modelos comunicados através de personagens de novelas e series de TV, ao invés de procurar pautar sua conduta pelos princípios bíblicos.
Quem faz nossa cabeça quando temos que decidir sobre questões morais e éticas?
Perguntas para discussão em grupo
•Quanto tempo você gasta diariamente assistindo novelas e séries de TV?
•Quanto tempo você gasta diariamente lendo e meditando na Palavra de Deus, lendo livros com princípios cristãos, e ouvindo mensagens?
•Que valores negativos você percebe nos personagens mais famosos de novelas e series da TV? Cite alguns.
•Você consegue perceber a influência dos personagens de novelas e de series da TV nas pessoas que estão à sua volta? Dê um exemplo.
•Você está disposto a colocar em risco algo de valor na sua vida, em função de não abrir mão dos princípios bíblicos, e de agradar a Deus? Se você já viveu uma experiência assim, compartilhe com o grupo.
Sugestão de atividade para o grupo (As atividades aqui propostas visam auxiliar o Líder de PG no preparo das reuniões. São apenas sugestões, que tem por objetivo ajudar os membros do grupo, de uma maneira mais lúdica, a refletir e a se dispor a mudanças de atitude e pensamento, com base no tema abordado no culto do domingo anterior, à luz da Palavra de Deus.)
Quem fala mais alto? A Mídia ou a Bíblia?
Objetivo: Avaliar conceitos e influências sobre questões éticas na vida pessoal.
Material necessário: Cópia das tabelas abaixo.
Atividade: Recorte as palavras da tabela 1 e espalhe sobre a mesa ou no chão, de modo que todos os membros do grupo consigam ler. Peça que cada um escolha uma palavra e segure na mão. Quando todos tiverem escolhido, distribua os textos da Tabela 2 (aleatoriamente), também recortados obedecendo as linhas divisórias.
Cada um deve comentar o que a mídia fala sobre o tema que escolheu e, antes que o próximo comente sobre outro tema, pergunte o que a Bíblia fala sobre este assunto: quem tiver o papel com os textos a respeito do mesmo tema deverá lê-lo em voz alta. Para ajudar, enumeramos os temas e os textos referentes a cada um.
Ao final da atividade pergunte se alguém precisa de oração sobre algum destes temas especificamente e orem uns pelos outros, para que Deus nos ajude a viver com integridade, e que sejamos fortes perante a pressão da mídia e das pessoas que nos cercam, nos apegando diariamente aos valores que Deus nos deixou em Sua Palavra, para sermos santos.
Tabela 1
•HOMOSSEXUALISMO
•ABORTO
•PROSTITUIÇÃO
•EMBRIAGUEZ
•ADULTÉRIO
•SONEGAÇÃO DE IMPOSTOS
•FOFOCA
•MENTIRA
•FURTO
•INVEJA
•IRA
•VIOLÊNCIA
•AMARGURA
•ORGULHO
•CULPA
•ACEPÇÃO DE PESSOAS
•VINGANÇA
•DIVÓRCIO
•IDOLATRIA
•CRÍTICA
•DESONESTIDADE
•DISCIPLINA DE FILHOS
Tabela 2
1. Levítico 18:22 “Não te deitarás com varão, como se fosse mulher; é abominação.”
Romanos 1:26-27 “Pelo que Deus os entregou a paixões infames. Porque até as suas mulheres mudaram o uso natural no que é contrário à natureza; semelhantemente, também os varões, deixando o uso natural da mulher, se inflamaram em sua sensualidade uns para como os outros, varão com varão, cometendo torpeza e recebendo em si mesmos a devida recompensa do seu erro.”
2. Êxodo 20:13 “Não matarás.”
Jeremias 1:5 “Antes que eu te formasse no ventre te conheci, e antes que saísses da mãe te santifiquei;”
3. 1 Tessalonicenses 4:3 “Porque esta é a vontade de Deus, a saber, a vossa santificação: que vos abstenhais da prostituição.”
1 Coríntios 6:13, 18 “Mas o corpo não é para a prostituição, mas para o Senhor, e o Senhor para o corpo... Fugi da prostituição. Qualquer outro pecado que o homem comete, é fora do corpo; mas o que se prostitui peca contra o seu próprio corpo.”
4. Provérbios 23:29-30 “Para quem são os ais? Para quem os pesares? Para quem as pelejas, para quem as queixas? para quem as feridas sem causa? e para quem os olhos vermelhos? Para os que se demoram perto do vinho, para os que andam buscando bebida misturada.”
Efésios 5:18 “E não vos embriagueis com vinho, no qual há devassidão, mas enchei-vos do Espírito.”
Romanos 13:13 “Andemos honestamente, como de dia, não em glutonarias, nem em bebedeiras, nem em desonestidades, nem em dissoluções, nem em contendas e inveja.”
5. Êxodo 20:14 “Não adulterarás.”
Lucas 16:18 “Todo aquele que repudia sua mulher e casa com outra, comete adultério; e quem casa com a que foi repudiada pelo marido, também comete adultério.”
Mateus 5:27-28 “Ouvistes que foi dito: Não adulterarás. Eu, porém, vos digo que todo aquele que olhar para uma mulher para a cobiçar, já em seu coração cometeu adultério com ela.”
6. Romanos 13:7-8 “Dai a cada um o que lhe é devido: a quem tributo, tributo; a quem imposto, imposto; a quem temor, temor; a quem honra, honra. A ninguém devais coisa alguma, senão o amor recíproco; pois quem ama ao próximo tem cumprido a lei.”
7. 2 Tessalonicenses 3:11-12 “Porquanto ouvimos que alguns entre vós andam desordenadamente, não trabalhando, antes intrometendo-se na vida alheia; a esses tais, porém, ordenamos e exortamos por nosso Senhor Jesus Cristo que, trabalhando sossegadamente, comam o seu próprio pão.”
Provérbios 16:28 “O homem perverso espalha contendas; e o difamador separa amigos íntimos.”
Provérbios 11:13 “O que anda mexericando revela segredos; mas o fiel de espírito encobre o negócio.”
8. Provérbios 25:18 “Malho, e espada, e flecha aguda é o homem que levanta falso testemunho contra o seu próximo.”
Provérbios 20:17 “Suave é ao homem o pão da mentira; mas depois a sua boca se enche de pedrinhas.”
Efésios 4:25 “Pelo que deixai a mentira, e falai a verdade cada um com o seu próximo, pois somos membros uns dos outros.”
Colossenses 3:9-10 “Não mintais uns aos outros, pois que já vos despistes do homem velho com os seus feitos, e vos vestistes do novo, que se renova para o pleno conhecimento, segundo a imagem daquele que o criou.”
Provérbios 12:22 “Os lábios mentirosos são abomináveis ao Senhor; mas os que praticam a verdade são o seu deleite.”
9. Êxodo 20:15-16 “Não furtarás.”
10. Provérbios 14:30 “O sentimento sadio é vida para o corpo, mas a inveja é podridão para os ossos.“
Gálatas 5:26 “Não sejamos cobiçosos de vanglórias, irritando-nos uns aos outros, invejando-nos uns aos outros.”
Salmos 73:3 “Pois eu tinha inveja dos soberbos, ao ver a prosperidade dos ímpios.”
Tiago 3:16 “Porque, onde há inveja e espírito faccioso, aí há perturbação e toda obra perversa.”
11. Eclesiastes 7:9 “Não te apresses no teu espírito a irar-te, porque a ira abriga-se no seio dos tolos.”
Provérbios 19:11 “A discrição do homem fá-lo tardio em irar-se; e sua glória está em esquecer ofensas.”
Provérbios 16:32 “Melhor é o longânimo do que o valente; e o que domina o seu espírito do que o que toma uma cidade.”
Efésios 4:26-27 “Irai-vos, e não pequeis; não se ponha o sol sobre a vossa ira; nem deis lugar ao Diabo.”
Provérbios 30:33 “Como o espremer do leite produz queijo verde, e o espremer do nariz produz sangue, assim o espremer da ira produz contenda.”
12. Provérbios 13:2 “Do fruto da boca o homem come o bem; mas o apetite dos prevaricadores alimenta-se da violência.”
Provérbios 3:31 “Não tenhas inveja do homem violento, nem escolhas nenhum de seus caminhos.”
13. Hebreus 12:15 “Tendo cuidado de que ninguém se prive da graça de Deus, e de que nenhuma raiz de amargura, brotando, vos perturbe, e por ela muitos se contaminem.”
14. Provérbios 16:18 “A soberba precede a destruição, e a altivez do espírito precede a queda.”
Provérbios 29:23 “A soberba do homem o abaterá; mas o humilde de espírito obterá honra.”
1 Pedro 5:5-6 “Semelhantemente vós, os mais moços, sede sujeitos aos mais velhos. E cingi-vos todos de humildade uns para com os outros, porque Deus resiste aos soberbos, mas dá graça aos humildes. Humilhai-vos, pois, debaixo da potente mão de Deus, para que a seu tempo vos exalte.”
15. I João 3:19-20 “Nisto conheceremos que somos da verdade, e diante dele tranqüilizaremos o nosso coração; porque se o coração nos condena, maior é Deus do que o nosso coração, e conhece todas as coisas.”
Romanos 8:31-39 “Que diremos, pois, a estas coisas? Se Deus é por nós, quem será contra nós? Aquele que nem mesmo a seu próprio Filho poupou, antes o entregou por todos nós, como não nos dará também com ele todas as coisas? Quem intentará acusação contra os escolhidos de Deus? É Deus quem os justifica. Quem os condenará? Cristo Jesus é quem morreu, ou antes quem ressurgiu dentre os mortos, o qual está à direita de Deus, e também intercede por nós; quem nos separará do amor de Cristo? A tribulação, ou a angústia, ou a perseguição, ou a fome, ou a nudez, ou o perigo, ou a espada? Como está escrito: Por amor de ti somos entregues à morte o dia todo; fomos considerados como ovelhas para o matadouro. Mas em todas estas coisas somos mais que vencedores, por aquele que nos amou. Porque estou certo de que, nem a morte, nem a vida, nem anjos, nem principados, nem coisas presentes, nem futuras, nem potestades, nem a altura, nem a profundidade, nem qualquer outra criatura nos poderá separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus nosso Senhor.”
Salmos 32:1-6 “Bem-aventurado aquele cuja transgressão é perdoada, e cujo pecado é coberto. Bem-aventurado o homem a quem o Senhor não atribui a iniqüidade, e em cujo espírito não há dolo. Enquanto guardei silêncio, consumiram-se os meus ossos pelo meu bramido durante o dia todo. Porque de dia e de noite a tua mão pesava sobre mim; o meu humor se tornou em sequidão de estio. Confessei-te o meu pecado, e a minha iniqüidade não encobri. Disse eu: Confessarei ao Senhor as minhas transgressões; e tu perdoaste a culpa do meu pecado. Pelo que todo aquele é piedoso ore a ti, a tempo de te poder achar; no transbordar de muitas águas, estas a ele não chegarão.”
16. Tiago 2:8-9 “Todavia, se estais cumprindo a lei real segundo a escritura: Amarás ao teu próximo como a ti mesmo, fazeis bem. Mas se fazeis acepção de pessoas, cometeis pecado, sendo por isso condenados pela lei como transgressores.”
17. Romanos 12:19 Não vingueis a vós mesmos, amados, mas dai lugar à ira de Deus, porque está escrito: Minha é a vingança, eu retribuirei, diz o Senhor. Provérbios 20:22 Não digas: vingar-me-ei do mal; espera pelo Senhor e ele te livrará.
18. Romanos 7:2 “Porque a mulher casada está ligada pela lei a seu marido enquanto ele viver; mas, se ele morrer, ela está livre da lei do marido.”
Malaquias 2:14-16 “Todavia perguntais: Por que? Porque o Senhor tem sido testemunha entre ti e a mulher da tua mocidade, para com a qual procedeste deslealmente sendo ela a tua companheira e a mulher da tua aliança. E não fez ele somente um, ainda que lhe sobejava espírito? E por que somente um? Não é que buscava descendência piedosa? Portanto guardai-vos em vosso espírito, e que ninguém seja infiel para com a mulher da sua mocidade. Pois eu detesto o divórcio, diz o Senhor Deus de Israel, e aquele que cobre de violência o seu vestido; portanto cuidai de vós mesmos, diz o Senhor dos exércitos; e não sejais infiéis.”
19. Êxodo 20:3-4 “Não terás outros deuses diante de mim. Não farás para ti imagem esculpida, nem figura alguma do que há em cima no céu, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra.”
20. Gálatas 5:15 “Se vós, porém, vos mordeis e devorais uns aos outros, vede não vos consumais uns aos outros.”
Mateus 7:1-5 “Não julgueis, para que não sejais julgados. Porque com o juízo com que julgais, sereis julgados; e com a medida com que medis vos medirão a vós. E por que vês o argueiro no olho do teu irmão, e não reparas na trave que está no teu olho? Ou como dirás a teu irmão: Deixa-me tirar o argueiro do teu olho, quando tens a trave no teu? Hipócrita! tira primeiro a trave do teu olho; e então verás bem para tirar o argueiro do olho do teu irmão.”
Lucas 6:37-38 “Não julgueis, e não sereis julgados; não condeneis, e não sereis condenados; perdoai, e sereis perdoados. Dai, e ser-vos-á dado; boa medida, recalcada, sacudida e transbordando vos deitarão no regaço; porque com a mesma medida com que medis, vos medirão a vós.”
posted by Eliene de Jesus Bizerra 10:41 PM
Rolando Körber
em parceria com
Miguel Herrera
Mensagem divulgada pela primeira vez em 05/05/2000
Firmeza
Enchentes e desabamentos de casas são velhos conhecidos nossos. Basta um dos temporais de verão para essas notícias se repetirem.
Sabemos bem por que tais desastres ocorrem: é porque as casas são construídas em terrenos frágeis, incapazes de sustentar o que está em cima. Minha casa também anda exigindo algumas reformas. Alguns desgastes, madeiramento apodrecendo, pequenas trincas. Nada de grave. É que a casa tem mais de 30 anos e, com o tempo, alguns problemas aparecem.
Mas eu tenho certeza de que desabar ela não vai: acompanhei a construção e sei que os alicerces são bons e o terreno também. Você já reparou que a nossa vida se parece com uma construção? Há por aí muitas vidas bonitas, charmosas, cheias de sucesso, que de uma hora para outra desmoronam. A razão costuma ser a mesma que nas casas: faltou um bom alicerce, uma base firme. Vidas baseadas num fundamento firme podem até ter seus problemas – e quem não tem? – mas jamais afundarão numa tragédia.
Por outro lado, tudo de bom que vamos construindo será traiçoeiro e perigoso se não estiver bem assentado. E qual seria um bom fundamento para a vida? Há uma resposta clara e direta para isso na Bíblia.
O Apóstolo Paulo escreve: “Ninguém pode colocar outro alicerce além do que já está posto, que é Jesus Cristo.”¹E o próprio Jesus também explica: “Quem ouve as minhas palavras e as pratica é como um homem prudente que construiu a sua casa sobre a rocha. Caiu a chuva, transbordaram os rios, sopraram os ventos e deram contra aquela casa, e ela não caiu, porque tinha seus alicerces na rocha. Mas quem ouve as minhas palavras e não as pratica é como um homem insensato que construiu a sua casa sobre a areia. Caiu a chuva, transbordaram os rios, sopraram os ventos e deram contra aquela casa, e ela caiu. E foi grande a sua queda.”². Nada como saber onde a gente pisa, e aqui está uma indicação testada e aprovada na prática. A Bíblia também diz que Jesus é a rocha espiritual³. Portanto, para achar firmeza, que tal falar com ele e pedir sua orientação? Referências da Bíblia: ¹ 1 Coríntios 3.11; ² Mateus 7.24-27; ³ 1 Coríntios 10.4.
Boa Semana é distribuído com a única finalidade de anunciar o amor de Deus. Se você quiser passar nossas mensagens adiante, fique à vontade. Caso queira cadastrar-se para recebê-las diretamente ou quiser falar conosco, escreva para roland@korber.com.br ou miguel.herrera@uol.com.br. Prometemos não repassar seu endereço a mais ninguém e nem utilizá-lo para qualquer outra finalidade.
posted by Eliene de Jesus Bizerra 8:33 PM
A Batalha Espiritual de Cada Um
Série: Batalhas do Homem, Armas de Deus
Estudo 4
A Batalha Espiritual de Cada Um – Efésios 6:10-18
agosto/2009
Resumo do tema
Todos nós temos batalhas, e não há quem viva sem elas. Nesta serie já meditamos sobre as batalhas pela mente, as batalhas pelo sucesso e as batalhas pela família. O tema de hoje é A Batalha Espiritual de Cada Um. No texto de Efésios Paulo está tratando de uma batalha invisível. Não a vemos, mas, não há qualquer dúvida, ela está aí.
Muitas vezes, no meio de nossas batalhas diárias, nos encontramos fazendo a seguinte pergunta: quem está no controle? São batalhas onde nem sempre podemos apontar nosso real opositor. São batalhas travadas no interior da nossa consciência, que nos levam à exaustão, que nos tiram o sono, que nos afastam da comunhão com o Pai. Não é por acaso que uma das metáforas que a Bíblia usa para descrever a vida cristã é a figura de um soldado – II Tm 2:3.
Temos que admitir: existe uma batalha à nossa volta. Uma batalha feroz, algumas vezes até mortal, na qual estamos envolvidos diariamente. E, se desejamos viver de maneira santa, de maneira íntegra, de forma a agradar o nosso Senhor, podemos esperar que a batalha se acentue. Quanto mais perto de Deus quisermos estar, maiores serão os ataques. O Diabo não pode atingir Deus, mas ele pode ameaçar e ferir aqueles a quem Deus ama. Foi assim com Jó, e foi assim com Jesus. Em I Pedro 5:8 lemos: “Estejam alertas e vigiem. O Diabo, o inimigo de vocês, anda ao redor como um leão, rugindo e procurando a quem possa devorar”.
Quando escreveu a carta aos Efésios Paulo estava preso. Durante o tempo na prisão, muitas vezes ele viu soldados preparados para sua batalha diária, uma vez que haviam sido escalados para guardar os presos e a própria cadeia. A linguagem que Paulo usa nessa carta tem muito a ver com o ambiente que ele estava experimentando.
Já no capítulo 4 de Efésios, Paulo descreve como o cristão devia viver. Ele ensina que o cristão devia “despir-se do velho homem, que se corrompe por desejos enganosos” e “revestir-se do novo homem, criado para ser semelhante a Deus em justiça e em santidade provenientes da verdade”. Isso inclui atitudes interiores, como falar a verdade; não ser dominado pela ira; ser perdoador, amoroso e ser controlado pelo Espírito Santo; ser um marido que ama verdadeiramente sua esposa; ser um pai envolvido com seu filho para educá-lo no caminho do Senhor; ser um patrão que mostra o amor de Jesus para com seus empregados. Agora, no final da carta, Paulo faz essa admoestação: existe uma luta. E ele, então, vai terminar o texto falando sobre essa luta.
Nossa batalha espiritual
Desde que fomos transportados do império das trevas para o império da maravilhosa luz de Jesus uma batalha contínua passou a fazer parte da nossa vida. O Diabo perdeu o domínio final sobre nós, e agora, como cidadãos de um novo Reino, nossa vida dever refletir aquilo que o Rei é. Inconformado com esta perda, o inimigo sempre procura destruir-nos e atingir Deus através de nós.
O texto não deixa dúvida. Paulo recomenda que vistamos a armadura de Deus para ficarmos firmes contra as ciladas do Diabo. Alguns negam a existência do Diabo e outros exacerbam sua existência, vendo-o em tudo, ou culpando-o por tudo que de ruim acontece na vida. Na verdade, nem uma coisa nem outra está correta. O Diabo existe e trabalha contra nós para nos afastar de Deus. A Bíblia é clara ao referir-se a Satanás como um ser real. No inicio ele tentou usurpar a gloria de Deus, apesar de ter sido criado com toda beleza (Isaias 14:12-17; Ezequiel 28:1-10).
Mais tarde, ele apareceu no Jardim do Éden em forma de uma serpente e levou Adão e Eva a desobedecerem a Deus (Gênesis 3). Jesus, no inicio do seu ministério, falou com Satanás bem como sobre Satanás (Lucas 10.18; João 8.44). Tanto os apóstolos como o autor do livro aos Hebreus falam a respeito de Satanás como um ser pessoal, que pensa, que age, que causa mal a humanidade, que vive nos espreitando. Nas Escrituras vemos o Diabo distorcendo as Escrituras como em Mateus 4:6 e procurando impedir o trabalho daqueles que servem a Deus (I Tessalonicenses 2:18).
O sentido da palavra cilada, no texto de Efésios, é de método, esquema, estratégia. O Diabo é astuto e sabe qual a melhor estratégia para abordar cada um dos filhos de Deus. Toda pessoa saudável deseja crescer, evoluir, desenvolver-se, e não há nada de errado nisso. A questão é que o Diabo se aproveita da ambição humana, e com seus esquemas, procura levar as pessoas a jogarem fora os princípios bíblicos e a fazerem qualquer coisa para alcançar o tão sonhado “sucesso na vida”.
Quando estamos diante de pessoas possuídas pelo Diabo não é tão difícil ver a batalha espiritual. Sim, a possessão demoníaca existe, Jesus expulsou demônios. Mas quando lidamos com o inimigo em uma forma invisível, a batalha se torna mais difícil.
As armas que Deus nos dá
Assim como é certo que teremos batalhas, também é certo que teremos vitórias. Deus não deseja que vivamos derrotados. Ele nos deu recursos suficientes para triunfarmos diante das batalhas. Isso não tem nada a ver com triunfalismo, aquela idéia de que, pelo fato de servos salvos por Jesus, não vamos enfrentar lutas, que as dificuldades não nos atingirão.
O rei Davi perdeu uma batalha, desobedeceu, foi castigado, mas foi restaurado. O apóstolo Paulo foi impedido de ir a Tessalonica, mas, mais tarde ele pode ir. O inimigo tem certas permissões de Deus em nossas vidas. Ele tem limites, não o poder total. Só Deus tem o controle sobre nossa vida.
Nas instruções de Paulo encontramos diversos imperativos. Não vagas idéias, não sugestões, mas imperativos. O primeiro imperativo diz: “Fortaleçam-se no Senhor e no seu forte poder”. Para vivermos uma vida vitoriosa precisamos entender que não temos forças em nós mesmos. A força para a batalha vem do alto, a força vem do Senhor. Fortaleçam-se no Senhor, diz o texto. Em Efésios 1:19-20, Paulo escreve que o mesmo poder que levantou Jesus dentre os mortos, é o poder que opera em nós.
O segundo imperativo que encontramos no texto diz: “Vistam toda a armadura de Deus”. A instrução do texto é para que continuamente vistamos a armadura de Deus. Não é de vez em quando, não é em ocasiões especiais, não é para certas batalhas, mas é sempre. Vistam a armadura de Deus e não tirem mais. Devemos vestir a armadura de Deus para não cair nas ciladas do Diabo e para resistir no dia mau. As ciladas já vimos que são as artimanhas, as estratégias do Diabo para nos derrotar.
O dia mau é o dia difícil, no qual recebemos a informação de uma demissão, no qual ficamos sabendo da traição do cônjuge, no qual recebemos um diagnóstico médico que não gostaríamos, no qual somos preteridos em uma promoção na empresa, no qual somos enganados por um sócio, um dia que não gostaríamos de experimentar. Em dias assim somos tentados a pensar que Deus nos abandonou, que não vale a pena seguir a Jesus, que aqueles que não estão nem aí para Deus têm uma vida melhor. Para enfrentar as ciladas e os dias maus precisamos de toda a armadura de Deus.
O terceiro imperativo diz: “mantenham-se firmes”. Essa instrução tem a ver com o momento pós vitória. Nessa hora temos a tendência de baixar a guarda e de achar que a batalha terminou. Pensamos que merecemos descanso e deixamos de vigiar e de orar. Quando a questão é a batalha espiritual, não podemos descansar nunca. “Orem no Espírito em todas as ocasiões, com toda oração e súplica”, diz o texto. Nunca devemos deixar de orar. A vitória de um dia não garante a vitória do dia seguinte.
Por fim, podemos ter certeza que as batalhas da vida continuarão. Devemos, entretanto, manter nosso olhar na vitória definitiva de Jesus, na cruz do calvário. Quando foi crucificado, Jesus derrotou Satanás para sempre. As batalhas continuarão, mas a vitória no Senhor é certa.
Perguntas para discussão em grupo
1.Passar por batalhas espirituais é sinal de fraqueza espiritual?
2.Quando é que passamos a experimentar as batalhas espirituais?
3.Você já se sentiu no meio de uma batalha espiritual? Compartilhe essa experiência com o grupo.
4.Contra quem travamos batalhas espirituais?
5.Quais são os três imperativos para estarmos preparados e enfrentarmos as batalhas?
6.Qual é a vitória definitiva na qual devemos manter nosso olhar?
7.Qual a conseqüência dessa vitória definitiva?
8.Que impacto essa vitória definitiva tem sobre a sua vida?
Sugestão de atividade para o grupo (As atividades aqui propostas visam auxiliar o Líder de PG no preparo das reuniões. São apenas sugestões, que tem por objetivo ajudar os membros do grupo, de uma maneira mais lúdica, a refletir e a se dispor a mudanças de atitude e pensamento, com base no tema abordado no culto do domingo anterior, à luz da Palavra de Deus.)
Armadura diária
Objetivo: Motivar uns aos outros a se prepararem para as batalhas espirituais diárias.
Material necessário: Uma cópia grande do anexo 1, Uma cópia para cada membro do grupo do anexo 2 e uma cópia do anexo 3 para você mostrar como modelo para o grupo, canetas e lápis para todos.
Atividade: Mostre o anexo 1 ao grupo e pergunte:
•O que há em comum nestes 3 homens? Estão uniformizados.
•O que lhe vem à mente quando vê homens uniformizados assim? Eles estão a serviço de alguém, estão preparados para “lutar”, trazem na roupa tudo o que necessitam, estão armados...
•Eles estão (ou deveriam estar) preparados para quê? Defender autoridades, proteger a população, zelar pelo patrimônio, evitar tumultos...
•E nós, quais são nossas lutas e batalhas diárias? Temos aprendido nas últimas semanas sobre as batalhas pela mente, pelo sucesso e pela família. Hoje vamos falar sobre as nossas batalhas espirituais e como nos prepararmos para elas.
A Bíblia fala:
Lucas 21:36 Portanto, fiquem vigiando e orem sempre, a fim de poderem escapar de tudo o que vai acontecer e poderem estar de pé na presença do Filho do Homem, quando ele vier.
Romanos 13:12
A noite está terminando, e o dia vem chegando. Por isso paremos de fazer o que pertence à escuridão e peguemos as armas espirituais para lutar na luz.
Provérbios 20:18
Procure bons conselhos e você terá sucesso; não entre na batalha sem antes fazer planos.
•Vamos ver juntos como devemos nos vestir diariamente para estarmos devidamente preparados.
Distribua as cópias do anexo 2, canetas e lápis e leiam juntos o texto abaixo para que todos possam completar o desenho conforme o modelo (anexo 3).
Efésios 6:11 Vistam-se com toda a armadura que Deus dá a vocês, para ficarem firmes contra as armadilhas do Diabo.
Efésios 6:12
Pois nós não estamos lutando contra seres humanos, mas contra as forças espirituais do mal que vivem nas alturas, isto é, os governos, as autoridades e os poderes que dominam completamente este mundo de escuridão.
Efésios 6:13
Por isso peguem agora a armadura que Deus lhes dá. Assim, quando chegar o dia de enfrentarem as forças do mal, vocês poderão resistir aos ataques do inimigo e, depois de lutarem até o fim, vocês continuarão firmes, sem recuar.
Efésios 6:14
Portanto, estejam preparados. Usem a verdade como cinturão. Vistam-se com a couraça da justiça
Efésios 6:15
e calcem, como sapatos, a prontidão para anunciar a boa notícia de paz.
Efésios 6:16
E levem sempre a fé como escudo, para poderem se proteger de todos os dardos de fogo do Maligno.
Efésios 6:17
Recebam a salvação como capacete e a palavra de Deus como a espada que o Espírito Santo lhes dá.
Efésios 6:18
Façam tudo isso orando a Deus e pedindo a ajuda dele. Orem sempre, guiados pelo Espírito de Deus. Fiquem alertas. Não desanimem e orem sempre por todo o povo de Deus.
Quais são as suas lutas espirituais? Comentem em grupo ou em duplas, trios.
A sugestão é que cada um coloque este desenho em lugar visível (espelho, porta do guarda-roupa, dentro da agenda, na porta da geladeira), que se possa ver logo ao acordar e lembrar de cada detalhe para estar bem preparado para enfrentar as batalhas do dia. Melhor ainda se conseguirem colocar uma foto de seu próprio rosto no desenho.
Orem juntos pelas batalhas que foram comentadas por cada um.
Claudio Duarte e Milca Cruz
Núcleo Pastoreio
posted by Eliene de Jesus Bizerra 9:25 AM
A Batalha pela Família
Série: Batalhas do Homem, Armas de Deus
http://www.ibmorumbi.com.br/pgs/view.asp?CID=52&ID=783
Estudo 3
A Batalha pela Família – I Samuel I:21-28
agosto/2009
Resumo do tema
Somente os ingênuos imaginam que a vida com Jesus é “um mar de rosas”, que o fato de serem servos do Mestre impede que enfrentem lutas. Os crentes maduros sabem, e muito bem, que as batalhas acontecem sempre. O próprio Jesus disse que no mundo experimentaríamos aflições.
Só depois de criar o universo, a vegetação e os animais, Deus criou o homem e a mulher. O homem e a mulher são, portanto, o ápice da criação, o ponto alto, a coroa da criação de Deus. No seu soberano projeto, Deus fez o homem para a mulher, e a mulher para o homem, de forma que até fisicamente eles se encaixam, se completam. Deus capacitou o homem e a mulher, por meio de um relacionamento íntimo, a darem continuidade à sua criação. Que maravilhoso, que privilégio, gerar um novo ser, a partir de um relacionamento sexual.
O que é a família?
A família é uma idéia de Deus. A família é o semelhante humano da trindade. A família foi criada com o propósito de refletir a pessoa de Deus na terra. A família é sagrada. Não podemos aceitar o seu fim.
Podemos dizer, sem medo de errar, que o desejo do homem de ir na direção da mulher, e vice-versa, é espiritual. Esse movimento tem a marca da presença de Deus. É por isso que quando percebemos a sociedade descartando o casamento, sem a menor preocupação, temos que reconhecer que isso é conseqüência direta do distanciamento da humanidade em relação ao seu criador. É a falta de um relacionamento mais íntimo com Deus que tem levado homens e mulheres a desprezarem o casamento, procurando relacionamentos sem compromisso.
A batalha pela família é travada no “fogo amigo” do lar
Na história narrada no texto de I Samuel, encontramos um homem chamado Elcana que tinha duas mulheres: Ana e Penina. Diz a narrativa que Penina tinha filhos, ao contrário de Ana. Por causa dessa situação, Penina provocava Ana ao ponto de levá-la a perder a fome, de levá-la a tristeza e ao choro. Esse era o motivo de crise na família de Elcana. E na sua família, qual o motivo de confusão? As lutas internas de uma família, invariavelmente, geram frustrações. As comparações entre membros da família sempre produzem conflito. As crises internas são comuns nas famílias. Se não batalharmos pela manutenção da unidade familiar, poderemos experimentar grande tristeza.
A batalha pela família é humana, universal e solidária
Se na sua família há problemas, não se desespere; você não está sozinho. Os crentes maduros sabem que as batalhas sempre acontecem. A família é um dos alvos preferidos do inimigo.
No capítulo 2 de I Samuel vamos encontrar a história dos filhos de Eli. Sabemos que Eli era um sacerdote e que servia no templo. O fato de ser Eli um homem temente ao Senhor e sacerdote de Deus, não impediu que seus filhos fossem maus. No versículo 12 lemos que “Os filhos de Eli eram ímpios, não se importavam com o Senhor nem cumpriam os deveres de sacerdotes para com o povo”, e no versículo 22 lemos que “Eli, já bem idoso, ficou sabendo de tudo o que seus filhos faziam a todo Israel e que eles se deitavam com as mulheres que serviam junto à entrada da Tenda do Encontro”. Imagina como devia se sentir Eli diante dessa situação. A verdade é que não há qualquer garantia de que a família do cristão não vá experimentar problemas.
O sistema de organização social atual exige que as pessoas passem grande parte do seu tempo envolvidas com o trabalho. Percebemos, como conseqüência, que para a maioria isso afeta, diretamente, sua comunhão com Deus e com a família. Isso é diabólico porque, um homem longe de Deus e da sua família é uma pessoa completamente quebrada, vulnerável à ação de satanás. Você deve tomar cuidado com isso e não deve se deixar envolver pelo sistema. Estabeleça prioridades em sua vida. Separe tempo para manter comunhão com Deus e gaste tempo com sua família.
A batalha pela família pode ser vitoriosa com Deus no comando
Primeiro Deus. Deus precisa estar em primeiro lugar sempre. Na vida do homem, na vida da mulher, na vida da família. Não há como vencer a batalha pela família sem colocar Deus em primeiro lugar.
Não devemos nos deixar levar pelo padrão da sociedade. As mensagens veiculadas nos filmes e nas novelas de tv, assim como os conselhos dados nos consultórios de terapeutas não comprometidos com os princípios bíblicos, dizem que você merece ser feliz. E que para experimentar essa felicidade, vale tudo. Vale “encher a cara”, vale trair seu cônjuge, vale trapacear nos negócios, vale mentir para seus filhos etc. Em Romanos 12 o apóstolo Paulo nos adverte: “Não se amoldem ao padrão deste mundo, mas transformem-se pela renovação da sua mente”.
A oração pode nos colocar em contato direto com o Pai. Ele deseja ouvir nossas necessidades, muito embora já as conheça previamente. A igreja será forte na medida em que as famílias forem fortes. Não perca a batalha pela sua família. Reúna sua família para orar. Peça a Deus que os conservem unidos, como uma marca da presença de Deus no meio da sociedade.
Não confie na sua própria força para vencer a batalha pela família. Apresente diante de Deus suas necessidades e Ele, conforme a sua graça e misericórdia, fará você experimentar vitória. Em Pedro 5:6-7 lemos: “Portanto, humilhem-se debaixo da poderosa mão de Deus, para que ele os exalte no tempo devido. Lancem sobre ele toda a sua ansiedade, porque ele tem cuidado de vocês”.
Perguntas para discussão em grupo
1.Por que a batalha pela família é importante?
2.Como seria a sociedade se não existissem famílias?
3.Quando a sociedade descarta a idéia do casamento, reflete a presença de Deus? Comente.
4.De exemplos de como satanás nos ataca, por meio da família.
5.Como é possível vencer a batalha pela família?
Sugestão de atividade para o grupo (As atividades aqui propostas visam auxiliar o Líder de PG no preparo das reuniões. São apenas sugestões, que tem por objetivo ajudar os membros do grupo, de uma maneira mais lúdica, a refletir e a se dispor a mudanças de atitude e pensamento, com base no tema abordado no culto do domingo anterior, à luz da Palavra de Deus.)
Retrato de Família
Objetivo: Avaliar o relacionamento com cada membro da família.
Material necessário: Folhas em branco para cada membro do grupo e lápis de cor ou lápis preto.
Atividade: Desenhe um círculo no centro da folha com seu próprio nome dentro. Ao redor, desenhe outros círculos simbolizando os membros de sua família com quem convive mais (incluindo avós, tios, primos, cunhados...). Trace linhas ligando o seu nome a cada um dos familiares, de forma que mostre a qualidade e intensidade de seu relacionamento com cada um. Use linhas largas para simbolizar relacionamentos profundos, linhas finas, linhas coloridas, pontilhadas ou não use linhas se você não tiver relacionamento com esta pessoa.
Compartilhe seu “Retrato de família” com o grupo.
- Quais relacionamentos tem sido uma batalha para você?
- Quais destes relacionamentos precisam da intervenção de Deus?
- O que você pode fazer para melhorar este relacionamento?
Orem uns pelos outros, pelas famílias uns dos outros e abençoem-se mutuamente.
Eu e minha casa serviremos ao Senhor." (Josué 24:15)
Claudio Duarte e Milca Cruz
Núcleo Pastoreio
posted by Eliene de Jesus Bizerra 9:24 AM
A Batalha pelo Sucesso
Série: Batalhas do Homem, Armas de Deus
Estudo 2
A Batalha pelo Sucesso – Filipenses 2:5-11
agosto/2009
Resumo do tema
Há algumas semanas o mundo parou para lamentar a morte de um artista famoso, um homem considerado como alguém de grande sucesso: Michael Jackson. Quando analisamos, entretanto, a vida desse homem; seus hábitos, seus relacionamentos e suas dependências químicas, dá vontade de chorar. Se é isso que a sociedade chama de sucesso, então eu creio que é melhor ser um fracasso.
É certo que hoje em dia todos desejam alcançar sucesso; e não há nada de errado nisso. A questão é: sucesso na ótica de quem? Da sociedade? De Deus? Se planejarmos obter vitórias e sucesso somente para satisfazermos nosso ego, e para nos sentirmos superiores aos outros, com certeza, ao final desse processo, experimentaremos um sentimento de decepção.
Planejar a vida sem considerar a vontade de Deus é, com toda a certeza, pura tolice. Na teoria todo cristão comprometido com a Palavra de Deus sabe disso, mas na prática, muitos são os que estão decidindo a respeito de negócios, carreiras, escolha do cônjuge, entre outras coisas, sem levar em consideração os princípios bíblicos. Muitos são os que desejam a benção do Senhor, mas poucos os que buscam em primeiro lugar o Reino e sua justiça.
Precisamos ter em mente que os conceitos mudam e que só com a maturidade, seja ela cristã ou de vida comum, vamos entender o que é ter sucesso. Aquilo que é muito importante hoje pode não ser amanhã. Por isso precisamos identificar aquilo que tem valor duradouro, cuja importância não se altera com o passar do tempo.
Encontrei na internet uma descrição que, de certa forma, ilustra o que desejo dizer:
Aos 2 anos, sucesso é… CONSEGUIR ANDAR
Aos 4 anos, sucesso é… NÃO URINAR NAS CALÇAS
Aos 12 anos, sucesso é… TER AMIGOS
Aos 18 anos, sucesso é… TER CARTEIRA DE MOTORISTA
Aos 20 anos, sucesso é… FAZER SEXO
Aos 35 anos, sucesso é… DINHEIRO
Aos 50 anos, sucesso é… DINHEIRO
Aos 60 anos, sucesso é… FAZER SEXO
Aos 70 anos, sucesso é… TER CARTEIRA DE MOTORISTA
Aos 75 anos, sucesso é… TER AMIGOS
Aos 80 anos, sucesso é… NÃO URINAR NAS CALÇAS
Aos 90 anos, sucesso é… CONSEGUIR ANDAR
Na visão da sociedade em geral sucesso pode ser definido como êxito profissional, posse de bens materiais, realização conjugal etc. E na ótica divina? O que dizem as Escrituras a respeito de sucesso? Qual o critério para que alguém seja considerado bem-sucedido para Deus?
O apóstolo Paulo, em II Corintios 9:11-14, revela que o sucesso de uma pessoa é medido pelas ações de graças que são dirigidas a Deus em razão de suas atitudes.
Ao invés de pensarmos em sucesso em termos de prosperidade, status, e prestígio, deveríamos pensar em termos do cumprimento do projeto que Deus planejou para nós, quando nos capacitou com talentos e dons, para exercermos influência marcante na sociedade em que vivemos.
O texto de Filipenses 2 diz que Jesus não se apegou ao fato de ser Deus, ou seja, não ficou cheio de si por causa disso, antes esvaziou-se e tornou-se servo. Humilhou-se e foi obediente até a cruz. Por causa disso Deus o exaltou e fez com que seu nome esteja acima de todo nome. Tudo para a glória de Deus Pai.
O mundo mede o sucesso de acordo com o que uma pessoa possui. Deus mede o sucesso de acordo com o que uma pessoa dá. O mundo mede o êxito de uma pessoa de acordo com o número dos que a obedecem e a ela se subordinam. Deus mede o êxito de uma pessoa por quanto ela serve aos outros.
Perguntas para discussão em grupo
1.O que significa ter sucesso para a sociedade dos nossos dias?
2.A opinião da sociedade encontra apoio nas Escrituras? Explique.
3.É possível conciliar êxito na vida com agradar a Deus e cumprir os seus propósitos?
4.Você conhece alguém que possui tudo o que a maioria das pessoas gostaria de ter, e mesmo assim parece triste e infeliz? Compartilhe com o grupo.
5.Você considera que Jesus obteve êxito em sua vida? Explique sua opinião.
6.Qual a diferença entre a forma como a sociedade mede o sucesso de uma pessoa e a forma como Deus mede?
Claudio Duarte
posted by Eliene de Jesus Bizerra 9:24 AM
A Batalha pela Mente
Série: Batalhas do Homem, Armas de Deus
extraído de: http://www.ibmorumbi.com.br/pgs/view.asp?CID=52&ID=780
Estudo 1
A Batalha pela Mente – Mateus 15:1-20
agosto/2009
Resumo do tema
Não há cristão que deixe de experimentar lutas, batalhas e guerras. Grande parte das batalhas que os cristãos enfrentam é travada na mente, ou, como diz a Bíblia, no coração. É no mais íntimo de cada pessoa que as lutas têm início. E essas lutas são, particularmente, difíceis de serem vencidas quando a mente está poluída, e o interior está impuro. Fomos chamados para sermos santos, assim como o Senhor é Santo. O pecado, entretanto, corrompeu nossa mente e, por causa disso, passamos a dar valor ao que desagrada a Deus, e está alinhado com o que a maioria da sociedade pensa.
Viver a vida da maneira como Deus quer exige a manutenção da mente pura. O autor de Provérbios recomenda: “Acima de tudo, guarde o seu coração, pois dele depende toda a sua vida” (Pv 4:23).
No texto de Mateus, encontramos Jesus lidando com a oposição dos Fariseus, um grupo de religiosos de fachada. Eles questionaram a Jesus porque os seus discípulos não lavavam as mãos antes de comer. Jesus, lendo a mente e o coração dos seus questionadores, confrontou-os duramente, uma vez que estavam mais preocupados com o exterior do que com o interior. Os Fariseus achavam que o cumprimento de certas práticas religiosas os tornavam mais aceitos por Deus. Mas Jesus deixa claro que as tradições não podem anular a Palavra de Deus. Ele, inclusive, cita um texto do Antigo Testamento: “Este povo me honra com os lábios, mas com o seu coração está longe de mim. Em vão me adoram; seus ensinamentos não passam de regras ensinadas por homens” (Is 29:13).
Há muitos cristãos que vão ao culto todo domingo, mas na segunda feira tem uma vida totalmente incompatível com o que aconteceu no domingo. Deixam Deus na igreja e somente o reencontram no domingo seguinte. Criticam aqueles que não vão aos cultos com a mesma freqüência, criticam a forma do culto, criticam o tipo de música cantada etc. Mas a vida na segunda feira não reflete o domingo passado no templo. É isso que Jesus critica nos Fariseus, o legalismo.
Muito embora lavar as mãos tenha o seu valor, o que Jesus está dizendo é que não é uma prática religiosa que aproxima alguém de Deus. De nada adianta cumprir regras e fazer o que a tradição determina, se o coração e a mente estão longe de Deus.
Jesus os escandaliza ao dizer: “O que entra pela boca não torna o homem impuro; mas o que sai de sua boca, isto o torna impuro” (Mt 15:11). Em uma outra passagem, ensinando que nenhuma árvore boa pode dar fruto ruim, assim como nenhuma árvore ruim pode dar fruto bom, Jesus declara: “O homem bom tira coisas boas do bom tesouro que está em seu coração, e o homem mau tira coisas más do mal que está em seu coração, porque a sua boca fala do que está cheio o coração” (Lc 6:45). Mesmo depois de ter entregado a vida a Jesus, o cristão continua a experimentar uma batalha com a “carne”. E é por isso que a Bíblia nos desafia a mortificar a velha natureza, o velho eu.
Na continuidade de Mateus 15 lemos que os discípulos se aproximaram de Jesus e disseram a Ele que os Fariseus ficaram ofendidos quando ouviram as suas palavras. É natural que fosse assim. Afinal, o ensinamento de Jesus jogava por terra o sistema deles, no qual o indivíduo era avaliado pelo cumprimento da tradição estabelecida pelos líderes religiosos.
Jesus explica o conceito quando pergunta: “Não percebem que o que entra pela boca vai para o estomago e mais tarde é expelido? Mas as coisas que saem da boca vêm do coração, e são essas que tornam o homem impuro.” Aqui está a batalha pela mente, ou pelo coração. É na mente e no coração que a poluição, que já está dentro do homem, começa a destruí-lo. E Jesus começa a citar o que está dentro da mente e do coração que pode tornar o homem impuro:
Maus pensamentos – Não só pensamentos imorais ou fantasias sexuais, mas também ciúme, mágoa, inveja do que os outros têm, desejo de vingança. “Cada um, porém, é tentado pelo próprio mau desejo, sendo por este arrastado e seduzido. Então esse desejo, tendo concebido, dá a luz o pecado, e o pecado, após ter se consumado, gera a morte” (Tg 1:14-15).
Homicídios - Quando falamos mal dos outros pelas costas, assassinamos esta pessoa na mente dos outros, sem dar a ela o direito de defesa. Sabemos que é errado, mas, muitas vezes, queremos nos exaltar apontando as fraquezas dos outros.
Adultérios – Essa pode ser uma batalha sutil. Pode ficar só na mente de uma pessoa e levá-la a satisfazer-se apenas em pensamento, mas isso não muda o fato de que é um adultério. Um cristão pode lavar as mãos antes de comer, ir ao culto todos os domingos, mas, se na sua mente estiver alimentando uma fantasia sexual com alguém que não é o seu cônjuge, não vai agradar a Deus. Por fora, tudo bem; por dentro, tudo podre.
Imoralidades sexuais – A palavra que Jesus usa significa qualquer tipo de relação sexual fora do casamento. Pode ser uma relação entre não casados e pode ser uma relação de um casado com alguém que não é o seu cônjuge. Esse é um problema que nasce no íntimo do homem. Ele deseja o que não pode ter e, para satisfazer-se, viola os princípios de Deus.
Roubos – Roubamos o governo sob o pretexto de que ele não administra bem os impostos recolhidos. Roubamos os patrões quando somos negligentes com o uso do tempo no trabalho. Roubamos a Deus quando não damos a Deus o que é de Deus. Essa é uma batalha difícil. É lá na mente e no coração que nasce a idéia de roubarmos.
Falsos testemunhos e calúnias – Muitas vezes inventamos ou aumentamos aquilo que falamos a respeito de outras pessoas. Às vezes repetimos um comentário, mas com uma tremenda dose de maldade. Para ficar bem com uns, falamos mal de outros.
Quais são, então, as armas de Deus, os seus recursos, que podem nos ajudar a enfrentar a batalha na mente?
Precisamos reconhecer nossas lutas. Negar que passamos por lutas pode abrir brechas que nos levarão a derrotas. Reconhecer nossas lutas nos levam a estabelecer íntimos contatos com Deus, e a falar abertamente de nossas dificuldades. Salmos 32:2 diz: “Como é feliz aquele a quem o Senhor não atribui culpa e em quem não há hipocrisia.” É hipocrisia acreditar que lavar as mãos é suficiente, quando sabemos das lutas travadas na mente e no coração.
Em I Coríntios 2:16 lemos que aquele que já reconheceu a Jesus como seu salvador pessoal é habitado pelo Espírito Santo e tem a capacidade de discernir o que é espiritual, uma vez que tem a mente de Cristo. Quando enfrentamos uma batalha na mente o Espírito Santo nos avisa: isso é perigoso, não é o que Deus deseja para você. Nessa hora devemos nos lembrar que somos habitados pelo Espírito de Deus, que temos a mente de Cristo.
Também precisamos de arrependimento. Muitas vezes pensamos que arrependimento está ligado apenas ao momento da salvação. Cada vez que percebermos que demos espaço a nossa mente para tramar alguma coisa que não agrada a Deus, devemos nos arrepender imediatamente e pedir perdão. A Bíblia nos garante que quando fazemos assim, recebemos o perdão e a purificação dos nossos pecados (I Jo 1:9). Em Provérbios 28:13 lemos: “Quem esconde seus pecados não prospera, mas quem os confessa e os abandona encontra misericórdia.”
Precisamos, ainda, renovar nossa mente. A poluição que existe dentro de nós é alimentada por aquilo que vemos e ouvimos. Aquilo que é sujo encontra abrigo no que de ruim já existe dentro de nós. Daí vem o pecado e daí vem a derrota na batalha pela mente pura. É o apóstolo Paulo quem nos dá o caminho para essa renovação em Romanos 12:2: “Não se amoldem ao padrão deste mundo, mas transformem-se pela renovação da sua mente, para que sejam capazes de experimentar e comprovar a boa, agradável e perfeita vontade de Deus.”
Perguntas para discussão em grupo
1.É mais fácil cumprir regras e tradições religiosas ou obedecer aos princípios bíblicos?
2.O cumprimento de regras e tradições religiosas é suficiente para agradar a Deus?
3.Segundo as palavras de Jesus, o que torna o homem impuro?
4.Como manter a mente limpa? Considere Salmos 119:9-11.
5.Quem pode afirmar que tem a mente de Cristo?
6.Por que é necessário renovar a mente? O que há na mente que precisa ser jogado fora?
posted by Eliene de Jesus Bizerra 9:23 AM
O que conta e o que pode ser contado
(extraído do site: http://ibab.com.br/artigos.php?id=46)
Nem tudo que conta, pode ser contado, e nem tudo que pode ser contado, conta
Tem também aquela dos três operários que tiveram que responder a um passante o que estavam fazendo. O primeiro disse, "Estou assentando tijolos". O segundo, "Estou correndo atrás do leite das crianças". E o terceiro foi bem mais longe, "Estou construindo uma catedral".
Verdade verdadeira que quanto mais abrangente a consciência a respeito do seu trabalho, mais dignidade e motivação você encontrará nas tarefas do dia-a-dia. A Bíblia conta a história de Jacó, que trabalhou 14 anos para o sogro em troca da autorização para casar com Raquel - vai ser apaixonado assim lá na Bíblia! O fato é que o Nietzsche tinha mesmo razão: "somente quem sabe o porque da vida é capaz de suportar-lhe o como", ou se você preferir, somente quem sabe porque está trabalhando é capaz de suportar a rotina. Poderíamos ampliar essa idéia para, "quanto mais nobre a motivação, mais leve o trabalho", ou "quanto maior a motivação, menor o sacrifício", isto é, se você souber que levar duas toneladas de pedra até o alto da montanha salva a vida do seu filho, então, que venha a montanha.
O segredo é encontrar um significado para o trabalho. A atividade não pode ser um fim em si mesmo. Gosto de acreditar que trabalhar é cooperar com Deus para colocar ordem no caos - imagine como seria o mundo sem aqueles caras que limpam as galerias de esgoto (aliás, não precisa imaginar, basta visitar São Paulo numa tarde de chuva forte). Trabalhar é cooperar com Deus para colocar ordem no caos, tornar o mundo habitável, mais justo, mais fraterno, mais solidário, isto é, o mais parecido possível com o paraíso. Utopia? Claro. Mas é bom que sejamos movidos por utopias. A alternativas são o niilismo, o cinismo, ou algo pior.
Gosto também de acreditar que o trabalho é uma experiência de autodesenvolvimento, coisa que disse o Vinícius, "o operário faz a coisa e a coisa faz o operário". Trabalhar é expressar talento, canalizar aptidão de maneira útil, fazer algo que presta para um montão de gente, o que dá aquela maravilhosa sensação de "eu faço diferença". Enquanto a gente vai transbordando para o mundo através do fruto do nosso trabalho, a gente vai se conhecendo, aprendendo a se dominar, se desenvolvendo emocional, intelectual e espiritualmente. Eu ficaria orgulhosíssimo de ouvir uma mulher dizer "meu marido melhorou muito desde que começou a trabalhar com o senhor, é mais paciente com os meninos e parou de beber", ou então imagine aquela mãe cumprimentando você no dia da festa de fim de ano "doutor, obrigado, meu menino é outra pessoa desde que veio trabalhar no seu escritório". O maior fruto do seu negócio é o tipo de gente que ele coloca na sociedade. Uma pergunta que sempre me faço é a seguinte, "o que esse cara aprendeu durante estes cinco anos que trabalha na minha equipe?". O camarada que trabalha no estoque ainda está lá, ou sua empresa facilitou uma formação universitária para ele? A menina que trabalhava na recepção ainda está lá, ou sua empresa ajudou que ela terminasse o segundo grau? A faxineira já sabe ler? Seu motorista já mudou para uma casinha melhor? Seu engenheiro está mais equilibrado ou ainda está na mão de agiota? Enfim, você faz gente melhor, ou ganha dinheiro com elas? Você usa a coisa para ganhar pessoas, ou usa pessoas para conseguir as coisas? O trabalho que não me faz melhor não me serve. O ambiente profissional que não alavanca biografias ainda está aquém de seu potencial pleno de produtividade.
Filosofia à parte, o negócio é o seguinte: é negócio mesmo. Apesar da beleza dos conceitos trabalho e utopia, trabalho e justiça social, trabalho e desenvolvimento pessoal, no fundo, no fundo, a maioria trabalha mesmo é para ganhar dinheiro. Convenhamos que é muito difícil passar a tarde atrás de um guichê e na frente de uma fila interminável que se arrasta, e fazer isso acreditando que o mundo vai ficar melhor quando a fila acabar, ou que você vai embora pra casa mais gente do que quando assumiu o balcão. Fala a verdade, imagine você dando uns tapinhas no ombro dos caras que estão atravessando a garagem com uma geladeira pendurada no cinturão, "parabéns pessoal, o mundo vai ficar bem mais bonito quando vocês chegarem no décimo quarto andar". E aquela reunião de planejamento? E os gringos que chegaram da matriz e querem saber os detalhes da projeção da variação cambial, o efeito de médio prazo na rentabilidade da operação, e por que a lata de ervilha do concorrente é oito centavos mais barata?
Outro dia eu conversava com o diretor comercial de uma multinacional que me dizia que, sendo bem honesto, ele trabalhava para ganhar dinheiro para o acionista e corria atrás das metas por causa do bônus do final do ano. A conclusão dele era que essa conversa que tenta dar uma dimensão nobre na selvageria das relações de mercado é tudo enganação, maquiagem, discurso para apaziguar consciência. Não me conformei com o veredicto. Mas me solidarizo com os camaradas que estão estressados pela correria atrás de resultados, entediados com intermináveis reuniões de blá-blá-blá, frustrados com a incompetência do chefe, desanimados porque chegaram na idade que limita sua ascensão na empresa e diminui suas chances no mercado, ou que foram injustiçados por uma política interna da companhia decidida lá do outro lado do mundo.
Chegamos numa encruzilhada. Não podemos abrir mão da dimensão que alinha o trabalho e a vida profissional com nossos valores e crenças mais profundas. Mas não são raras as vezes quando não conseguimos enxergar qualquer relação entre o que fazemos durante a maior parte do nosso tempo acordado com aquilo que realmente importa. Depois de alguns anos conversando com pessoas que chegaram nesse impasse, cheguei a algumas conclusões.
Uma delas é que o significado do trabalho e da atividade profissional não está necessariamente na atividade essencial que o define. O significado do trabalho não está necessariamente em atender a fila, redigir uma petição, planejar o lançamento de um novo produto, restaurar um dente ou mudar a geladeira de uma cozinha para outra. Evidentemente, o mundo seria um caos se essas e milhões de outras coisas não fossem feitas. Mas o segredo não está necessariamente na atividade. É claro que algumas pessoas conseguem ver suas atividades e as ações que definem a essência de seu trabalho, como um fim em si mesmas. Mas se não é o seu caso, nem tudo está perdido, pois o segredo não está no que você faz. Existem outros alicerces para que seu trabalho seja uma fonte de satisfação e seja redimensionado para significados perenes. Você deve focalizar não apenas o que você faz, mas também e principalmente como você faz, o ambiente onde você faz, as pessoas com quem você faz, as recompensas que você alcança depois que faz.
É possível que o camarada chegue em casa quebrado e diga pra esposa que passou o dia todo carregando caminhão. Mas também é possível que chegue em casa e diga que enquanto carregava caminhão pôde conversar com o Carlão, "que tá de cabeça cheia e ficou dois dias no bar, e eu falei pra ele sair dessa vida". É possível que a mulher chegue em casa exausta e resmungando daquelas velhinhas que demoram 20 minutos para pagar uma conta de luz e nunca ouviram falar em débito automático. Mas também pode chegar em casa e contar que a filha da Ritinha tá grávida e o marido desempregado, e que ela chamou tomou mundo pro almoço do sábado, "já que os meninos tão viajando mesmo, a gente pode fazer um agrado pra Ritinha que ajudou muito a gente quando sua mãe tava no hospital".
Imagine como fica diferente quando o seu Pedro chega no fim de semana e diz que estas duas horas a mais que ele trabalhou por dia no táxi valeram a pena e que vai dar pra fazer a festinha de um ano do netinho. Ou então quando o Paulo Roberto desabafa com o pai dizendo que a empresa não remunera tão bem, mas que a chance de fazer o MBA e a oportunidade de trabalhar com o Dr. Estevão são impagáveis.
Então a coisa é a seguinte. De vez em quando você tem certeza que está construindo uma catedral, outras vezes está apenas assentando tijolos e na maioria das vezes está defendendo o leite das crianças e uma aposentadoria confortável. Mas qualquer que seja sua atividade profissional e seu ambiente de trabalho, sempre é possível fazer as coisas com integridade e qualidade, expressar talentos e canalizar capacidades de maneira útil visando beneficiar o maior número possível de pessoas, cultivar bons e agradáveis relacionamentos, praticar a camaradagem e desenvolver amizades profundas e duradouras, aprender alguma coisa, crescer como gente e se aperfeiçoar como profissional, somar recursos e amealhar riquezas que poderão ser desfrutadas e compartilhadas. Basta levantar os olhos dos fatos e das atividades tangíveis e visíveis, pois como Einstein fez questão de registrar no aforismo afixado na parede de seu gabinete "nem tudo que conta, pode ser contado, e nem tudo que pode ser contado, conta".
posted by Eliene de Jesus Bizerra 11:30 PM
O JEITO DE CADA UM
Dora Lorch
Cada pessoa é um mundo, mas podemos analisar cada mundo, e quem sabe classificá-los em grandes grupos, na maneira como lidamos com nossos sentimentos.
Na praia, por exemplo, os pais querem que seus filhos gostem do mar, tanto quanto eles gostam. Por isso usam de vários estratagemas, indo devagar, aproximando seus filhos do prazer de estar na água, brincando junto.
Mas o que aconteceria se o filho emperrasse na beirada da água e não quisesse entrar de jeito nenhum?
Basta ficar parada em qualquer praia, para perceber que cada um lida com a situação à sua maneira: uns brincam, outros ralham, outros desconsideram os berros de medo dos filhos.
Certa mãe, ao ver seu filho com medo, puxava sua mão, e dizia vem, vem filho, se você não vier vou te jogar na água! E ria.
Interrompi, e fui conversando com a mãe que daquela maneira o medo da criança só ia aumentar. Tão logo ela se desconcentrou, o menininho (devia ter entre 1 e 2 anos) saiu correndo em direção oposta ao mar.
O que ela esperava? Que suas ameaças diminuíssem seu medo? Que ele ponderasse que não deveria ser tão ruim? Será que com este discurso ela esperava boa vontade de um bebe????
Claro que este exemplo é bem básico, e não acredito que você obrigue seu filho a entrar no mar enquanto ele estiver com medo. Mas não é isso que fazemos quando nossos filhos nos desobedecem e nós achamos que a desobediência depende somente da boa vontade deles? Não é assim que lidamos com as limitações que eles nos apresentam? Não dizemos: Aprenda! Emagreça! Fique calma menina! Passe no vestibular! Pare de fumar! Pare de beber! Pare…
Pergunto: o que estamos esperando com isso? Será que nossas “ordens” podem ser cumpridas somente pela vontade?
Da mesma forma que o menininho não tinha forças para enfrentar seu medo do mar, da mesma maneira que ele via seu oponente em toda sua magnitude, nossos filhos podem estar vendo seus problemas maiores e mais poderosos do que eles são.
Portanto, da mesma maneira que os pais vão aproximando os filhos do mar, ensinando como lidar com ele, mostrando os perigos e o lado bom, deveríamos lidar com os outros problemas que eles enfrentam.
É claro que as crianças precisam aprender a se defender e a enfrentar os medos que a vida providencia, mas ensinar como lidar com os medos, deveria fazer parte da educação. Perceber que está com medo e criar estratégias para enfrentá-lo, é parte do papel dos pais e educadores.
Diz Paulo Freire que é o medo do oprimido que o inibe de lutar[1]. Ele comenta o que nós do Florescer também percebemos: que é impossível se desvencilhar do medo, se achamos que o inimigo é imbatível. Por isso é preciso ir desmontando o oponente, seja ele alguém, ou o mar, e mostrando para o medroso, que o inimigo tem suas vulnerabilidades. Desta forma podemos transformar nossas fraquezas, neste caso nossos medos, em força de enfrentamento.[2]
Fiquei pensando em porque uma mãe diria isso a um filho assustado e concluí que era assim que ela lidava com seus problemas: sem espaço para sentir, e por isso mesmo sem planos de como lidar com as dificuldades, na raça.
Mas será que dá certo?
Bom ano novo. Boa semana.
[1] Paulo Freire – Pedagogia da Esperança – Ed. Paz e Terra – 16º edição- pag 125
[2] Dora Lorch é co-autora de Ruth Rocha na coleção “Os Medos que eu tenho” Ed. Moderna
posted by Eliene de Jesus Bizerra 8:34 PM
Artigos / Mulher
Liberdade para falhar
Porque ser honesta acerca de meus maus hábitos é bom para mim.
Por Christianity Today
http://www.cristianismohoje.com.br/materia.php?k=789
Recebi um e-mail recentemente de uma querida amiga que está servindo a Deus como missionária no Oriente Médio. Ela tem sido tão legal ao se manter sempre em contato e eu não tenho correspondido na mesma medida.
Por isso, ela me escreveu para saber se havia algo de errado. Teria algo mudado em nossa relação? Teria ela me ofendido de alguma forma, ou por acaso eu não estaria de acordo com algo que ela está fazendo em seu trabalho missionário? Ela provavelmente me escreveu outras perguntas, mas eu não as consegui ler por causa das lágrimas que molhavam meu rosto.
Ela não havia feito nada de errado. O problema era comigo mesma. Aparentemente, eu havia deixado a correria da vida levar nossa preciosa amizade. Todavia, o que realmente havia acontecido era que eu havia perdido de vista quem realmente sou. Havia dito a mim mesma que responderia aos seus e-mails, retornaria suas ligações e enviaria cartas interessada em saber detalhes sobre seu ministério, assim que tivesse tempo para pensar nessas coisas.
Eu gosto de pensar em mim mesma como uma pessoa que se importa com seus amigos. Contudo, a verdade é que minhas falhas – minha preguiça, minha desorganização e minha falta de prioridades – parecem ter tomado conta de mim numa proporção maior do que eu gostaria de admitir.
Então, eu passei semanas – que rapidamente se transformaram em meses – escorregando entre um e-mail de um amigo e minha resposta. Além disso, pensava que fazia tanto tempo que aquela amiga havia me ligado que ela já havia se esquecido, ou que aquilo era tão duro que ela não ia querer me ouvir depois de tanto tempo.
Parece que a única maneira em que posso crescer e lidar com minhas fraquezas é reconhecendo-as e clamando pelo auxílio de Deus. Ignorá-las não me ajudará em nada. Eu preciso parar de achar que minha fragilidade feminina justificará minhas multidões de pecados e a forma como eu coloco as pessoas para baixo.
O apóstolo Paulo dá um bom exemplo de como nós podemos reconhecer nossas falhas para lidarmos melhor com elas. Ele escreve: “Porque o querer o bem está em mim; não, porém, o efetuá-lo. Porque não faço o bem que prefiro, mas o mal que não quero, esse faço” (Rm 7.18,19).
Aqui, Paulo está falando sobre pecado, sobre como nós mergulhamos nele, mesmo quando sabemos o que é pecado. Ignorância não é o nosso problema. Nós nos iludimos quando alegamos que fizemos isso ou aquilo porque não sabíamos o que, de melhor, poderíamos fazer.
Nós também nos iludimos quando achamos que estamos presos ao moldes que criamos ao trilharmos o caminho que Deus quer que trilhemos.
Paulo prossegue, afirmando: “Agora, pois, já nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus. Porque a lei do Espírito da vida, em Cristo Jesus, te livrou da lei do pecado e da morte” (Rm 8.1-2).
A liberdade que Deus nos dá em Cristo é que nos capacita a identificarmos nossas falhas e ultrapassá-las com a ajuda Daquele que nos criou para uma vida plena.
Copyright © 2011 por Christianity Today International
posted by Eliene de Jesus Bizerra 4:06 PM
No fundo do coração
A arte perdida da memorização das Escrituras Sagradas é um poderoso elixir espiritual.
Por John Wilson
http://www.cristianismohoje.com.br/materia.php?k=769
Quando foi a última vez em que você memorizou versículos das Escrituras? Provavelmente, na Escola Bíblica Dominical infantil ou em alguma gincana na igreja, não é mesmo? Mas, se você se angustia por não conseguir recitar de cor nada além do Salmo 23 ou do texto de João 3.16, não se preocupe. Na memória, os evangélicos têm registrado muito do que aprenderam inconscientemente: trechos da Palavra de Deus. O valor da prática da memorização não tem tido o devido reconhecimento. Certamente, grande parte daqueles que sentaram nos bancos das igrejas durante anos sabem passagens bíblicas, e muitos preletores são capazes de citar trechos de livros bíblicos como os de Levítico ou Lucas com a mesma autoridade. Mas, caso você tenha sido criança nas décadas de 1950 ou 60, e esteve regularmente em reuniões de oração – daquelas realizadas em meio de semana, onde as vozes dos leigos predominavam –, certamente ouviu a Palavra de Deus sendo citada dentro e fora de contexto, e a tem registrada na memória.
O que era corriqueiro para as gerações passadas de crentes não desapareceu completamente, mas também não é comum nos dias de hoje. Em parte, esse distanciamento das Escrituras Sagradas do cotidiano dos cristãos reflete atitudes culturais de maneira mais ampla. Vivemos em uma época na qual a memorização é rotineiramente menosprezada, atitude resumida em frases como “memória de rotina” ou “aprendizado de rotina”. Dizem-nos que a memorização desencoraja a criatividade, o pensamento crítico e a compreensão conceitual. Mas este menosprezo é estranho, uma vez que não encontra eco em nossas experiências do dia-a-dia. Afinal, qualquer formação profissional requer muita memorização. O que seria de um médico que não consegue decorar nomes de ossos e músculos ou de um advogado que não sabe sequer trechos fundamentais dos códigos legais?
Não acreditamos ingenuamente que a criatividade de músicos, atores ou estudiosos será destruída por traços formidáveis de memória em sua demanda artística e científica. Caso contrário, seria necessário questionar a genialidade de gente como Charles Chaplin, Ludwig Beethoven ou Albert Einstein, que certamente ocupavam boa parte de seus cérebros com intrincados discursos, fórmulas matemáticas e pautas musicais. O que cada um deles fez ao longo da vida é um exemplo especial do que todos fazemos desde que nascemos – uma jornada ininterrupta de lembrar e esquecer, amplamente conduzida sem nossa escolha consciente.
“Sempre que você lê um livro ou tem uma conversa” – nos recorda o escritor científico George Johnson, e quando atravessamos uma estrada, trocamos uma fralda ou fazemos amor –, “a experiência causa mudanças físicas em seu cérebro. Em uma questão de segundos, novos circuitos são formados, memórias que podem transformar para sempre a maneira com a qual você vê o mundo”. O impacto da maior parte do que memorizamos não é tão dramático ao ponto de mudar para sempre a maneira com a qual pensamos sobre o mundo. Mas é real, e suas consequências são acumuladas ao longo do tempo. Por essa razão, as escolhas que fazemos sobre o que colocamos dentro da mente são de grande importância. “Memorização das Escrituras”, escreve o autor cristão Dallas Willard, “é uma das maneiras de dominar o conteúdo dos nossos pensamentos conscientes e dos sentimentos, crenças e ações que dependem deles”.
RESISTÊNCIA ESPIRITUAL
Escrituras de cor: Práticas devocionais para memorizar a Palavra de Deus, livro do pastor e palestrante Joshua Choonmin Kang, inédito no Brasil, trata deste assunto de maneira aguda e instigante. Autor de mais de 30 obras em coreano, sua língua-mãe, e de um livro em inglês, Kang menciona diversas citações, como esta “Não podemos fazer tudo de uma vez, mas podemos fazer uma coisa de uma vez só’ (de Sabedoria para a alma, de Larry Chang). O empenho de Kang em favor da “ultrapassada” causa de memorização de Escrituras chama a atenção e torna seu livro absorvente. Não se deve levar em consideração as distrações de estilo: trata-se de um livro sábio, prático, cativante e, acima de tudo, capaz de comunicar um vibrante amor por Deus e sua Palavra.
A insistência de Kang na disciplina diária – não mais do que 30 minutos por dia, e não menos do que quinze – é o ponto fundamental. Ele fala sobre uma intimidade constante, um ensaio amoroso e uma exploração renovada dos versos que aprendemos, por assim dizer, “de cor”. E todos aqueles versículos que aprendemos há tanto tempo? Com poucas exceções, não são suficientemente frescos na nossa mente para serem recitados. Mas será que isso realmente importa? Se você absorveu o sentido e significado da passagem bíblica, é preciso sabê-la repetir palavra por palavra? E o que dizer da dificuldade trazida pela variedade de versões e traduções bíblicas hoje disponíveis?
Muitas pessoas que cresceram na igreja podem dizer que essa questão de memorização os remete a traumáticas experiências de catequese na juventude, na qual o espírito da Palavra era posto de lado em nome da literalidade. Outros argumentarão que têm sido plenamente satisfeitos com a modernidade das tecnologias digitais, que dispensam a capacidade de lembrar de textos, já que um simples clique no mouse ou no iPod pode exibir todos os versículos existentes sobre determinado tema. Para as novas gerações, de fato, essa história de memorização parece pura perda de tempo, esse bem tão precioso nos dias de hoje.
Isso poderia ser distorcido desta maneira, assim como a oração pode ser distorcida facilmente. Mas, a moda entre os evangélicos é depreciar a memorização das Escrituras, ou ignorá-la. Kang observa que Jesus era “um incentivador de hábitos. Ele lia as Escrituras na sinagoga (Lucas 4.16); orava durante a manhã (Marcos 1.35); fazia preces em lugares altos (Lucas 22.39); e, como um professor diligente, conseguia expor a Palavra de Deus, pois a sabia de cor. “Quando nos comprometemos a memorizar as Escrituras”, escreve Kang, “seguimos os passos de Jesus. Cultivamos seu estilo de vida, juntamos nossos esforços e nos concentramos”. Para ele, memorizar a Bíblia não é um fim em si mesmo: “Quando meditamos profundamente nas palavras das Escrituras, começamos a frutificar. Quanto mais associamos a Palavra com a memória, mais somos enriquecidos. O melodioso concerto da Bíblia Sagrada continuará a fazer eco em nós. Então, nos encontramos com o condutor deste concerto, nosso Senhor Jesus, o Espírito Santo, que nos ajuda a lembrar as Escrituras, e nosso Pai, que receberá a glória através de tudo isso.”
COMPARTIMENTO DA MEMÓRIA
Quantas vezes cada um de nós vai à estante procurar determinado livro e, em meio a tanta oferta de informação, acabamos por nos deter em outros livros que nem estávamos procurando, mas que acabam vindo bem a calhar para outro projeto ou ideia. Assim acontece com os chamados compartimentos da memória. Enquanto pensamos sobre a memorização das Escrituras e buscamos textos específicos no fundo de nossa mente, “encontramos” mesmo muitos outros que nem sabíamos que estavam lá. Isso porque muitas são as vozes que ouvimos no passado – nem todas identificáveis – citando as Escrituras. Algumas ressoam fortes até hoje; outras, já são tão frágeis que nem fazem muito sentido.
Memorizar as Escrituras não é uma prática mágica que nos permite escapar dos sofrimentos da vida, assim como uma Bíblia na estante, aberta no Salmo 91, não tem qualquer poder para nos trazer boa sorte. Mas podemos confiar na promessa que Willard, que nos lembra que, através da memorização, a Palavra de Deus permeia nosso corpo, nosso ambiente social e oferece preciosa orientação acerca de nossa vontade. Estas palavras se tornam um poder, uma substância que nos sustenta, dirige nossos passos – sem mesmo pensarmos nelas – e emerge ao pensamento, consciência e ação conforme o necessário. É o que Jesus fala quando diz que fará morada em nós. E, se nos lembramos ou não de trechos da Palavra que aprendemos em tempos idos, o que importa é que o Senhor se lembra dela, faz morada nela e juntos estão como resposta a um convite gracioso. Memorizar as Escrituras pode ser reduzido a uma técnica, uma competição, uma mera repetição sem compreensão e outras coisas. Mas também pode nos levar a participar do “melodioso concerto” que Kang evoca, tão bem expresso no Salmo 119.103: “Como são doces para o meu paladar as tuas palavras! Mais do que o mel para a minha boca!”
John Wilson é editor da revista Books & Culture do grupo Christianity Today
posted by Eliene de Jesus Bizerra 4:02 PM
Miguel Herrera
em parceria com Roland Körber
E daí? Expressãozinha malcriada, não? Mas talvez poucas sejam tão pertinentes. Afinal, é muito comum a gente se habituar a fazer ou dizer certas coisas sem pensar. Por exemplo, talvez alguns filhos que abraçam suas mães e dizem “eu te amo” deveriam receber de volta um “e daí?”, isto é, “em que isto modifica o seu jeito de agir?” Ou “você diz que me ama, mas suas ações dizem que você não se importa.” Quem sabe poderíamos fazer uma enorme lista de “e daís”. Você escolhe o seu, tá?Mas, sem querer ser malcriado, você me permite lhe perguntar apenas um “e daí”? Ou melhor, vou deixar a Bíblia perguntar, conforme registrado em Tiago 2.19:Você crê que existe um só Deus? Muito bem! Até mesmo os demônios creem — e tremem!
Pelo contexto, Tiago estava muito incomodado com pessoas que falavam, mas não viviam – tinham uma “religião” que não mudava em nada seu jeito de viver. Há pouco tempo li notícias referentes a um determinado traficante e uma frase atribuída a ele dizendo algo do tipo “Deus está comigo e vai me abençoar, eu sempre recebo pastores em minha casa para fazer orações”. Cabe ou não cabe um sonoro “e daí”?Mas nem só de traficantes vive a religiosidade vazia. Alguém teve a infeliz ideia de transformar o relacionamento com Deus em um compartimento isolado da vida, de forma que parece ser possível crer, ou como se diz no jargão religioso “ser salvo”, e ao mesmo tempo viver uma vida podre.Creio de todo o coração no que Paulo diz em Efésios 2.8,9: Pois vocês são salvos pela graça, por meio da fé, e isto não vem de vocês, é dom de Deus; não por obras, para que ninguém se glorie.
Graças a Deus por isto, pois jamais conseguiria por meus méritos estar à altura de comparecer perante o meu Criador; sou grato pelos méritos de Jesus.Mas sei também que esta graça (bondade de Deus para comigo, mesmo sem que eu mereça) tem um efeito transformador, faz tudo novo. Jesus chamou esta transformação de Novo Nascimento e Paulo diz que quem está em Cristo se torna parte da nova criação.
Creio? Sou seguidor de Jesus? Proclamo que vivo na esperança da volta dele? Então preciso perguntar diariamente a mim mesmo: e daí? Que Deus me livre de sentar-me comodamente sobre a minha fé sem produzir frutos condizentes com ela.
Este texto pertence a uma série denominada Boa Semana, uma iniciativa voluntária de envio gratuito de meditações semanais que tem a única finalidade de proclamar o amor de Deus expresso por meio de Jesus Cristo. Caso queira cadastrar-se para receber diretamente nosso envio semanal envie um e-mail para roland@korber.com.br ou miguel.herrera@uol.com.br. Prometemos não fazer mau uso de seus dados.
posted by Eliene de Jesus Bizerra 3:35 PM
O Menino do Pijama listrado.
Não consegui assistir o final do filme. Quando ele começou a cavar o buraco por baixo da cerca, eu já imaginei o final.
Não consegui continuar assistindo.
Mudei de canal, procurei uma comédia, mas o pensamento não deu pra mudar.
Me lembrei do filme: Crianças da Guerra.
Teve a mesma troca.
Filmes assim me angustiam muito.
posted by Eliene de Jesus Bizerra 9:49 PM
Vou escrever sobre os filmes que tenho assistido:
Acabei de assistir Noites de tormenta.
Romance. 2008. De George Wolfe. Com Richard Gere, Diane Lane.
Mulher em crise vai passar um final de semana na pousada de uma amiga e lá, conhece um médico.
Um filme que fala sobre o perdão. Perdoar a si mesmo.
Permitir-se um tempo de paz interior.
posted by Eliene de Jesus Bizerra 9:39 PM
Folks,
Tg 5:7 - "Portanto, irmãos, sejam pacientes até a vinda do Senhor. Vejam como o agricultor aguarda que a terra produza a preciosa colheita e como espera com paciência as chuvas de outono e da primavera.” Fazendo um paralelo do fruto do agricultor que demora e com os frutos do Espírito em nossa vida, segue a Reflexão:
Há 13 anos atrás, nas aulas de discipulado, eu questionava meu discipulador sobre quando eu iria ver os Frutos do Espírito (o amor, o gozo, a paz, a longanimidade, a benignidade, a bondade, a fidelidade, a mansidão, o domínio próprio. – Gálatas 5:22-23) em minha vida. Ele respondia que não era capaz de responder e somente o amadurecimento da minha vida cristã que poderia mostrar os Frutos aparecendo e que eu nem perceberia. Hoje, para ser sincero, até percebo o mover do Espírito em minha vida, mas estou mais para o lado de “obediência” (não sou perfeito, erro mais que acerto) do que para o transcendental, mas que existe esse lado em minha vida, não posso negar.
Isso não acontece apenas na minha vida, ocorre na vida de alguns na nossa casa, a Missão SAL (Salvação, Amor e Libertação). Pessoas sem esperança de vida, depois de resgatadas de sua condição de refém do mundo (Salvação), recuperadas por meio do cuidado e do AMOR do dia a dia, dão o passo mais importante de suas vidas em busca da Libertação. Lutam pela reintegração na sociedade, buscando viver uma vida digna aos olhos de Deus. Vou dar 2 exemplos sem citar nomes para ilustração.
Uma ex-prostituta, usuária de drogas, tinha seu marido como cafetão e que quando não queria vender seu corpo, apanhava do seu homem. Foi abordada pelo nosso pessoal, da Missão SAL, e foi convidada a deixar essa vida. Ela aceitou o convite, passou um tempo com a gente na casa, voltou para a casa de seus pais, se recuperou mais ainda e esta semana voltou para buscar sua filha depois de alguns anos sem vê-la. O relato dos que estavam presentes em casa e viram o reencontro foi de pura emoção. Ela voltou para a casa de seus pais com a filha e retomou sua vida digna aos olhos de Deus.
Um ex-travesti, preso por tráfico, falou demais na cadeia e assim que saiu, apanhou uma surra de quase morte, ao ponto de perder os sentidos e ser deixado em cima do trilho do trem para morrer. Alguns travestis que viram a surra, chamaram o SAMU e ligaram para nossa casa (Missão SAL) para ir buscá-lo no hospital. Nosso pessoal foi até o hospital e após a alta médica, o trouxeram para casa. Cuidamos. Ele foi se recuperando. Proporcionamos o reencontrou com sua mãe, que não o via há 16 anos, e agora está voltando para sua casa no interior do sertão nordestino. Notem que os próprios travestis da favela que ligaram para nós pedindo ajuda. Isso demonstra que eles sabem onde existe o bem. Para eles é só uma questão de tempo. Tudo conspira para o bem daqueles que amam a Deus.
Eu podia escolher qualquer versículo hoje para encabeçar a reflexão, mas escolhi este Tiago 5:7 porque quis dizer que nesse trabalho os frutos são poucos, mas existem e quando vem, revigora nossa fé e esperança. Para mim, isso é milagre de Deus. Agradeço a Deus todos os dias por poder fazer parte da história dessas pessoas. Acho que esse deve ser um dos frutos que meu discipulador falou lá atrás. Não dá para ver, mas posso garantir que dá para sentir. Amém.
Nelson Jr.
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Outras Reflexoes ver em: www.nelsonkjr.com.br
Leia a Biblia - 2 Tm 4:2a - "prega a palavra, insta, quer seja oportuno, quer nao,... ". Que Deus continue nos abencoando (para abencoarmos outras pessoas): http://www.missaosal.org.br/
Caso nao queira mais receber estes emails, favor informar. Obrigado.
posted by Eliene de Jesus Bizerra 8:09 AM
Folks,
João 21:17 – “Pela terceira vez Jesus lhe perguntou: Simão, tu Me amas? Pedro entristeceu-se por Ele ter dito, pela terceira vez: Tu Me amas? E respondeu-lhe: Senhor, Tu sabes todas as coisas, Tu sabes que te amo. Jesus lhe disse: Apascenta minhas ovelhas.”
Alguns teólogos dizem que neste trecho, Jesus reconstruiu o mesmo ambiente que Pedro viveu quando ele negou Jesus. Na frente de uma fogueira, negação por 3 vezes. Desta vez, em frente da fogueira, só que ao invés da negação Cristo reafirma Sua esperança e confiança em Pedro e mais que isso, trouxe o amor para essa restauração. Alguns psicólogos diriam que esse tipo de situação, apaga o registro negativo que anteriormente a pessoa viveu, deixando marcado apenas a vivência positiva. Mas porque Jesus fez isso com Pedro?
Jesus sabia do valor que Pedro tinha, apesar de Pedro ter sido impulsivo e ter deixado satanás usar sua boca (Mt 16:23), ter tido pouca fé quando andava pelas águas (Mt 14:33), ter negado Cristo 3 vezes (Mt 26:75), Jesus repreendeu, teve compaixão, mostrou erros na vida de Pedro e o perdoou todas as vezes. Jesus investiu tempo nas características positivas de Pedro, mesmo diante das falhas. Jesus viu além do que os olhos podem ver na vida de Pedro. Cristo sabia que ele seria um homem que influenciaria muitas vidas, como em Atos (2:14-41), onde na primeira pregação de Pedro diante das pessoas, mais de 3000 foram batizados.
Quantas vezes, apesar dos seus erros, Jesus se mostra para você e te diz “Você me ama?” Quantas vezes, mesmo você tendo errado, ao invés de te apontar o dedo para seu erro, Cristo te abraça em oração e diz “que bom que você voltou”.Quantas vezes, Cristo confrontou seu erro em amor (por meio de irmãos de fé), enquanto os seus “amigos de conveniência” te davam “tapinhas” nas costas e dizendo: “isso mesmo, você está certo” só para você mudar de conversa?
Você percebe que Cristo investe na sua vida tanto quanto investiu em Pedro? Apesar de quem você é, apesar do que você faz, pensa e sente, mesmo assim Ele, o Cristo, mostra, no detalhe, que te ama. Ele não desistiu de você, e você, só porque apareceu uma dificuldade, no primeiro obstáculo, já pensa em desistir. Como podemos ser assim tão medíocres ao ponto de desistir de nós mesmos se o Deus do universo não desistiu de você, de mim, de nós? Mais fé irmão, mais coragem, ninguém disse que ser cristão seria fácil, um mar de rosas. Mais uma coisa é certa, Cristo disse: “Quanto a você,... segue-Me” (Jo 22:22). Os outros responderão cada um por si. Amém.
Nelson Jr.
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Outras Reflexoes ver em: www.nelsonkjr.com.br
Leia a Biblia - 2 Tm 4:2a - "prega a palavra, insta, quer seja oportuno, quer nao,... ". Que Deus continue nos abencoando (para abencoarmos outras pessoas): http://www.missaosal.org.br/
posted by Eliene de Jesus Bizerra 11:00 PM